8 Verdades e Mentiras Sobre Investir no Tesouro Direto

Por |2018-06-08T07:59:47+00:006 de janeiro de 2015|

Investir em títulos públicos, por meio do Tesouro Direto, é uma excelente opção para o investidor que deseja diversificar a sua carteira e ainda buscar uma rentabilidade melhor para os seus recursos.

O número de investidores cadastrados no Tesouro Direto vem aumentando:

“Apesar do movimento ainda ser pequeno, vemos muitas pessoas deixando a tradicional caderneta de poupança e buscando alternativas mais competitivas”, –  Amerson Magalhães, diretor da Easynvest Título Corretora.

 

Comprando títulos do governo, o investidor pode escolher entre papéis com rentabilidade pré ou pós-fixada e alinhar os diferentes produtos com seus objetivos. As diversas modalidades de títulos permitem aos investidores protegerem os seus recursos da inflação e das oscilações da taxa de juros, além de adequarem o fluxo de resgate às suas necessidades de desembolso.

 

Para esclarecer algumas dúvidas, Amerson Magalhães, diretor da Easynvest Título Corretora, aponta os mitos e verdades sobre o Tesouro Direto:

1. “É fácil e barato investir no Tesouro Direto”

VERDADE! Para Magalhães, os principais diferenciais do Tesouro Direto são o pequeno valor exigido para o investimento inicial (aproximadamente R$ 100,00), baixo risco de crédito, boa liquidez e a facilidade na hora de investir. “O investidor só precisar ter uma conta em um banco ou corretora, e não precisar nem sair de casa para fazer as transações, tudo pode ser feito pela Internet”, completa.

O investidor deve ficar atento apenas aos custos das operações, que podem variar de instituição para instituição. “Na Easynvest, por exemplo, não cobramos taxa de administração, o que torna o investimento ainda mais vantajoso”, ressalta. O único custo é a taxa de custódia da BM&FBOVESPA, cobrada semestralmente sobre o valor total dos títulos (0,30% a.a).

 

2. “Preciso ficar com o título até o vencimento”

MENTIRA… Se precisar, o investidor pode vender seu título antes do vencimento, diretamente ao Tesouro Nacional, pelo seu valor de mercado. “O investidor tem que tomar cuidado para ajustar a sua necessidade com a data de vencimento do título. Se ele vai precisar do dinheiro no curto prazo, não faz sentido comprar um título de longo prazo. Também é importante ficar atento ao Imposto de Renda, cuja alíquota é maior para resgates realizados em prazos menores”, completa.

 

3. “A rentabilidade do Tesouro Direto pode ser maior que a da poupança”

VERDADE! No atual cenário econômico, o retorno da poupança tende a ficar abaixo da inflação. A poupança rende cerca de 0,5% ao mês mais a variação da Taxa Referencial (TR). “Com a alta da inflação e da taxa Selic, quem deixa seus recursos concentrados na poupança está perdendo dinheiro”, aponta Magalhães.

Os títulos públicos atrelados à inflação, por exemplo, pagam, atualmente, juro fixo de aproximadamente 6% a.a mais a variação do IPCA. Ou seja, o investidor fica protegido do aumento dos preços e tem um ganho real de 6% a.a. Para comparar qual a opção mais rentável, o investidor precisa observar algumas variáveis, como valor investido, vencimento do título e as taxas envolvidas.

4. “Não vale a pena investir por menos de 2 anos, em razão so imposto de renda”

MENTIRA… Mesmo com a incidência do Imposto de Renda, as aplicações no Tesouro Direto podem ser mais vantajosas. Quanto mais tempo o valor ficar investido, menor a alíquota cobrada. As taxas variam de 22,5% para aplicações de até 180 dias e chegam até 15%, para aplicações acima de 720 dias.

 

5. “É uma boa opção para curto, médio e longo prazo”

VERDADE! O Tesouro Direto oferece diversas opções, que se encaixam em curto, médio e longo prazo. “Para quem pensa no curto prazo, os títulos pós-fixados são boas opções, pois são corrigidos diariamente pela Selic. Para os que pensam no médio prazo, os títulos prefixados podem ser boas alternativas. Já para os que pensam em aposentadoria, o melhor é optar por um título que siga a inflação”, sugere. É importante conhecer as caracteristicas de cada título para escolher a melhor opção de acordo com o objetivo e prazos determinados.

 

6. “O resgate antes do vencimento é sempre ruim”

MENTIRA… Quem decidir vender um título prefixado antes do vencimento corre o risco de resgatar um valor inferior ao aplicado caso, nesse meio tempo, tenha ocorrido uma elevação na taxa de juros, no entanto se ocorrer uma redução na taxa de juros, o rendimento será superior a taxa prefixada.

 

7. “É um investimento com baixo risco de crédito”

VERDADE! Embora os investimentos em Tesouro Direto não estejam cobertos pelo FGC, Fundo Garantidor de Crédito, a garantia é oferecida pelo Governo Federal, emissor dos títulos. Portanto, portanto é um investimento seguro.

 

8. “Tesouro Direto só é bom para quem investe pouco”

MENTIRA… A remuneração paga no Tesouro Direto é a mesma tanto para quem investe pouco, quanto para quem investe valores maiores. “É um produto democrático, a rentabilidade antes disponível só para grandes investidores agora também é acessível aos pequenos”, contemporiza o diretor da Easynvest Título Corretora.

 

Para mais informações, acesse o site da Easynvest clicando aqui!

Este artigo é um oferecimento da Easynvest Título CorretoraAmerson Magalhães, diretor da Easynvest, esclarece as principais dúvidas para quem deseja investir em títulos públicos.

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