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ARTIGOS

Meios de Informação e Vocabulário


Por Diego Valdez em terça-feira, 9 de junho de 2009 - 00:00
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Uma frase resume bem o que se deve ter em mente ao ler um notícia: analistas chutam previsões sobre o mercado. Tas, em sua bem humorada série de reportagens sobre a crise, mostra como as informações sobre o mercado têm muito ruído, já que notícias são relatadas a respeito do Mercado que é virtual, ou seja, não pode ser avaliado realmente a não ser pelos preços das cotações do pregão. Há muita poluição de informação e muitas podem parecer importantes para precificar um papel, mas acabam nem sendo levadas em consideração em conjunto com outros fatos contemporâneos. Exemplo: dia de divulgação de reservas de petróleo norte americanas espera-se que os estoques estejam em baixa, o que resultaria em um aumento do preço do petróleo e assim das ações da Petrobrás, porém as ações operam em baixa. Por quê? Possivelmente por que o mundo está em desaceleração e talvez não se precise de tanta energia agora. Mas lembre: isso é um TALVEZ. Para um bom investidor as notícias realmente importantes são aquelas que mudam a trajetória de uma empresa ou confirmam uma determinada tendência, ou de alta de produção ou de lucro. Demissões por exemplo em um cenário de crise confirmam que a empresa passa por ajustes e que não lucra tanto como anteriormente. O Mercado dá importância para o que acontecerá no futuro e assim precifica os papeis.

Utilizar meios confiáveis é muito importante. Se privar de comentários obscuros também. Procure não dar muita importância sobre comentários que se &ldquoouve falar&rdquo, na maioria são notícias de tablóide. Confie mais em relatórios e análises de corretoras bem fundamentadas. Uma boa opção é acompanhar os Fóruns das corretoras, pois há muitos sites com seções de comentários absurdos e os das corretoras são administrados por pessoal competente que filtra as informações.

Se quiser começar a brincar sem perder dinheiro, aproveite o site da FOLHAINVEST para ir colocando em prática, sem perder dinheiro nenhum, o que for aprendendo durante o semestre. O site oferece prêmios para os primeiros colocados e é relativamente simples de se entender. Os únicos cuidados que se devem tomar são não achar que já está pronto para investir por conta de um bom resultado no jogo e também não viciar.

Bons sites para obter informação

//economia.uol.com.br - Noticiário específico de economia e mercado.
//economia.uol.com.br/crise-financeira/ - Site direcionado à crise com comentaristas e a série de reportagens do Marcelo Tas. //br.advfn.com - Site conectado às bolsas mundiais com informação de ações e outros tipos de mercado (moeda, commodities, ouro, etc.). Pode-se fazer cadastro gratuito e aproveitar os gráficos com várias ferramentas para ajudar na análise.  //www.coinvalores.com.br - Site da COINVALORES que oferece boletins diários para não associados com informações sobre o que o ocorreu no dia. //www.wintrade.com.br - Site da corretora Wintrade com podcasts informativos e Fórum de análise gráfica gratuitos e de qualidade. //www.bovespa.com.br - Site da Bolsa de valores brasileira que conta com cursos básicos gratuitos pela internet. //www.folhainvest.com.br - Jogo que simula compra e venda de ações pela BOVESPA.

Vocabulário

[A]
Ação: Valor Mobiliário correspondente a uma fração do capital social de uma companhia.
Ação preferencial (PN): Tem preferência na distribuição de dividendos da empresa e pode ou não ter direito a voto na assembléia dos acionistas. Se a empresa não distribuir dividendos em três exercícios sociais, as preferenciais adquirem direito a voto.
Ação ordinária (ON): Tem direito a voto por definição de lei e participa da distribuição de lucros após as preferenciais.
Acionista: É o proprietário de ações de uma empresa. Há dois tipos de acionistas: o majoritário e o minoritário. O majoritário é aquele que possui pelo menos metade das ações de uma companhia e mais uma ação e assim o controle da companhia. O minoritário possui cotas pequenas de ações sem direito a voto.
After Market: Sistema eletrônico de negociação disponível para os clientes de corretoras associadas à BOVESPA. Permite a negociação de ações no horário das 19 às 22 horas. A Bolsa determina valores por operação e limites de oscilação para as ações negociadas neste período.
Alavancagem: Relação entre o capital de uma empresa e a quantia que ela toma emprestado no mercado. Quanto mais alavancada, mais endividada está a empresa e, portanto, há mais risco de ter problemas financeiros.
Análise Fundamentalista: Métodologia para determinação de valor econômico de empresas e projetos.
Ativos: Conjunto de bens, valores e créditos que formam o patrimônio da empresa. Existem três tipos principais de ativos: ativo circulante: é o dinheiro em caixa, os saldos bancários e os valores que podem ser transformados em dinheiro imediatamente ativo fixo: é tudo que é essencial para ao funcionamento da empresa - como imóveis, patentes, ferramentas, máquinas ativo financeiro: são os bens que a empresa detém no mercado financeiro, como títulos públicos, certificados de depósitos bancários, debêntures etc.
[B]
Balanço: Informações econômico-financeiras que uma empresa apresenta ao mercado com determinada periodicidade. Entram nesta lista bens, créditos, dívidas e compromissos da companhia. Quem negocia ações na Bolsa de Valores é obrigado a publicar o balanço para que sirva de referência a investidores na hora de decidir comprar papéis daquela empresa.
Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F): Sediada em São Paulo, ela realiza dois tipos de negócios: a vista ou futuro. Quem paga a vista movimenta um mercado em que são fechados contratos de compra e venda de commodities, principalmente mercadorias agropecuárias (gado, café, açúcar, feijão e soja) e o ouro. Nas negociações futuras entram os contratos de dólar, boi gordo, o índice Bovespa, juros, e a maioria das commodities. Quem recorre a esses mercados geralmente tem um objetivo: proteger-se de flutuações nos preços dos produtos ou mercadorias.
Bolsas de valores: São os mais importantes centros de negociação de ações, devido ao expressivo volume e à maior transparência das operações. Organizadas como sociedades civis, sem fins lucrativos e com funções de interesse público, as bolsas atuam como órgãos auxiliares da CVM na fiscalização do mercado (em especial de seus membros, as sociedades corretoras) e tem ampla autonomia na sua esfera de responsabilidade.
Blue Chips: Ações de primeira linha - as mais negociadas pelo mercado.
Break Even Point: Ponto de equilíbrio, em português. É o empate entre despesas e receitas de uma empresa. Receita maior que a despesa significa que a companhia tem lucro. Abaixo, é prejuízo. O termo também se aplica a cotações de ações e outros ativos. Com cotações superiores ao break even point o investidor ganha com valores inferiores, perde.
[C]
Capitalização: Aumento do patrimônio de uma empresa com a injeção de dinheiro novo. Há basicamente duas formas disso acontecer: pela emissão de ações ou títulos (que são vendidos, e o dinheiro resultante é incorporado ao capital da empresa) ou pela venda de parte da companhia a um novo sócio.
Carteira: Valor que uma pessoa física ou jurídica possui em um tipo de investimento. Quem aplica em Bolsa, por exemplo, tem uma carteira de ações.
CEO: Iniciais da expressão em inglês chief executive officer, que significa o diretor-presidente de uma companhia ou seu diretor-executivo mais importante e com maiores poderes.
Circuit-Break: Artifício de segurança acionado nas bolsas de valores para interromper o pregão. Na Bovespa isso acontece quando o índice Bovespa (ibovespa) cai em 10%. Soa-se então uma sirene que pára as negociações durante meia hora. Esse artifício de segurança volta a funcionar se a queda persistir e chegar a 15%.
Correção Monetária: É o reajuste periódico de certos preços na economia pelo valor da inflação passada, com o objetivo de compensar a perda do poder aquisitivo da moeda. Desde a implantação do Plano Real, em 1994, a correção monetária está oficialmente extinta no país, mas existem algumas exceções garantidas por lei.
Corretagem: É o ato de intermediar uma transação entre comprador e vendedor de títulos, ações, imóveis e outras mercadorias.
Corretoras de valores: São instituições financeiras membros das bolsas de valores, credenciadas pelo Banco Central, pela CVM e pelas próprias bolsas e estão habilitadas, entre outras atividades, a negociar valores mobiliários com exclusividade no pregão das bolsas.
Controlador: Pessoa física ou jurídica ou grupo de pessoas ligadas direta ou indiretamente, que por possuírem a maioria das ações com direito a voto, 5 tomam as decisões da empresa.
Cotação: Preço de cada um dos títulos, ações, moedas estrangeiras ou mercadorias negociadas na Bolsa da Valores ou na Bolsa de Mercados e Futuros
Custódia: Antiga guarda física (hoje escritural) e controle das ações.
CVM: Criada em 1976 para, juntamente com o Conselho Monetário Nacional, estabelecer as normas e diretrizes de funcionamento do mercado de valores, tem, sob sua jurisdição as Bolsas de Valores e sociedades corretoras, os bancos de investimento, as sociedades distribuidoras, as companhias abertas, agentes autônomos de investimento e as carteiras de depósito de valores mobiliários, fundos e sociedades de investimento, auditores independentes, consultores e analistas mobiliários.
[D]
Day Trade: operação em que um papel é comprado e vendido no mesmo dia.
Debênture: Título de renda fixa emitido por empresas para captar recursos, investir ou pagar dívidas. Podem ser negociadas como se fossem ações. Alguns tipos podem ser convertidos em ações da empresa que a emitiu, depois de um prazo definido (normalmente superior a um ano).
Default: Termo de origem francesa que significa calote de uma dívida.
Derivativos: Operações feitas no mercado financeiro em que o valor das transações deriva do comportamento futuro de outros mercados, como o de ações ou de juros, por exemplo. Há portanto, um alto risco nessas aplicações, uma vez que o grau de incerteza que envolve essas previsões é sempre muito alto. Mas também os ganhos podem ser exorbitantes. Há três tipos de derivativos: futuros - que servem para proteger o investidor das flutuações nos preços normais - mercadorias negociadas pelo seu preço de entrega no futuro (dias, meses, anos).
Dividendos: É uma parcela do lucro líquido da empresa, depois dos descontos do imposto de renda e contribuição social, dividido entre os acionistas. A lei 6.404 obriga as sociedades a distribuírem pelo menos 25% dos lucros - Valor pago, quase sempre em dinheiro, aos acionistas de uma empresa, quando reparte parte dos seus lucros. Isso acontece, em geral, uma vez por ano.
[E]
Especulação: Operação financeira feita no mercado com o objetivo de obter ganho rápido. Um especulador, em geral, compra títulos ou commodities que estão com o preço em baixa para vende-los em alta. Mas como é difícil prever o comportamento do mercado, pode-se ganhar fortunas ou registrar perdas estrondosas.
[F]
Faturamento: Valor total recebido com a venda de produtos ou serviços de uma empresa. Entram ainda nesta conta os ganhos obtidos com aplicações financeiras ou venda de ativos.
Fed (Federal Reserve): É o nome do Banco Central dos Estados Unidos.
[G]
Geração de Caixa: Para a condução dos negócios no curto prazo, as empresas têm necessidade de liquidez (caixa, dinheiro vivo). Esse caixa pode ser gerado de diversas formas: vendas a vista, desconto de duplicatas, financiamentos, venda de ativos, etc.
[H]
Holding: Empresa que possui, como atividade principal, participacão acionária em uma ou mais empresas.
Home broker: Serviço eletrônico oferecido por algumas corretoras permitindo o envio de ordens de compra e venda de ações pela Internet, possibilitando acesso às cotações e o acompanhamento de carteiras de ações.
[I]

Índice Bovespa: Carteira teórica formada pelas principais ações do mercado brasileiro, que serve de referencial para o comportamento da bolsa.
IPO (Inicial Public Offering, ou Oferta Pública Inicial): É o primeiro passo para que uma empresa possa vender suas ações no mercado dos Estados Unidos. Recentemente, tem sido o caminho que muitas empresas brasileiras de Internet procuraram seguir para aumentar seu valor de mercado.
[J]
Joint Venture: Contrato entre duas ou mais partes para desenvolver um projeto em conjunto. A criação de joint ventures é freqüente quando empresas com tecnologias complementares desejam criar um produto ou serviço que aproveite as potencialidades de cada um dos participantes. Uma joint venture se limita geralmente a um único projeto e distingue-se de sociedades que constituem as bases para cooperações em diversos projetos.
[L]
Liquidez: É a capacidade de um título, ação ou outro tipo de bem ser convertido em dinheiro. Quanto mais rápida esta conversão puder ser feita, maior é a liquidez de um papel.
Long: O mesmo que posição comprada.
[M]
Mercado a vista: No qual compradores e vendedores estabelecem um preço para um lote de ações, a ser entregue pelo vendedor (liquidação física) após a negociação e a ser pago pelo comprador (liquidação financeira) somente se efetivada a entrega dos títulos, de acordo com o calendário estabelecido pela bolsa (atualmente na Bovespa a liquidação física ocorre no segundo dia seguinte a negociação e a liquidação financeira no terceiro dia após a negociação).
Mercado de derivativos: no qual compradores e vendedores negociam títulos cujos valores dependem (ou derivam) de outros ativos e/ou variáveis. São as seguintes modalidades: termo, opções de compra ou venda, futuro.
Mercado primário de ações e seus agentes: Onde é feito o lançamento de nova ações, com autorização da CVM e por meio da presença obrigatória de intermediadores financeiros - corretora de valores, banco múltiplo, banco de investimento ou uma distribuidora - que exercem o papel de coordenadores do lançamento.
[O]
Opções: Mercado onde o investidor, mediante o pagamento de um prêmio, adquire o direito de comprar ou vender um ativo (ação, título, commodity), no futuro, a um determinado preço preestabelecido. O direito pode ser exercido ou revendido em mercado em/ou até uma data futura preestabelecida (prazo de exercício).
Operador: representante de corretora que fecha os negócios no pregão/ mesa.
[P]
Pregão: Local da Bolsa onde são compradas e vendidas as ações.
Prêmio: Preço pelo qual a opção é negociada, cujo valor é determinado pelo preço corrente e pela volatilidade da mercadoria-objeto, pelo preço de exercício e pelo prazo de vencimento da opção, e pela taxa de juro.
[S]

Selic: Sigla de Sistema Especial de Liquidação e Custódia. É um sistema computadorizado do Banco Central, ao qual apenas as instituições financeiras credenciadas têm acesso. Funciona mais ou menos como a compensação de um banco, só que no mercado de títulos públicos: transfere dos papéis para o comprador, ao mesmo tempo em que credita o valor da venda para o vendedor. Tudo isso é feito em tempo real. A Selic calcula uma média dos juros que o governo paga aos bancos que lhe emprestaram dinheiro. Essa média, cha mada de Taxa Over-Selic, serve de referência para todas as outras taxas de juros do país. Por isso, a Taxa Over-Selic é chamada também de juro básico
Sociedade aberta: São empresa que têm ações e títulos negociados em bolsas ou mercado de balcão. São fiscalizadas pela Comissão de Valores Mobiliários- CVM.
Swaps: do inglês, troca, permuta - contrato que permite trocar em uma data futura pré-determinada, um investimento por outro. Dessa forma, é possível fazer um swap de ações por opções, por exemplo.
[T]
Trader: Em português, negociador, comerciante, exportador, mas também o operador que negocia por conta própria.
[V]
Vendido: Diz-se do investidor (ou de sua posição) que vende um ativo financeiro assumindo uma posição devedora no ativo.
Vendido a descoberto: Diz-se do investidor que vende um ativo que não possui no intuito de especular com o preço deste ativo. O mesmo que short.
[Y]
Yield Curve ( Curva de Rentabilidade ): Gráfico que demonstra a estrutura de prazos das taxas de juros através de um arranjo de rendimentos de todas as obrigações de mesma qualidade cujos vencimentos variam desde o mais curto até o mais longo prazo possível. A curva resultante indica se as taxas de juros a curto prazo são superiores ou inferiores às aplicadas ao longo prazo.  


Este relatório ou artigo não representa necessariamente a opinião do site, tem como único propósito fornecer informações e no constitui ou deve ser interpretado como uma oferta ou solicitação de compra ou venda de qualquer instrumento financeiro. O Bússola do Investidor nem o autor do artigo no declaram ou garantem, de forma expressa ou implícita, a integridade, confiabilidade ou exatidão de tais informações. Este artigo se baseia em informações públicas sobre cujas veracidade e qualidade não temos responsabilidade.
 

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