Gráficos com Análise Técnica Grátis!  Agora o Bússola do Investidor tem gráficos Interativos com Cotações em Tempo Real.   Acesse já!

   Adicionar aos favoritos      RSS                           Novo por aqui? Cadastre-se ou faça seu login. 
 
Cadastre-se | Faça seu login | Planos
ARTIGOS

Queda nos juros básicos não afetou financiamento do déficit público, garante Tesouro Nacional


Por Último Instante em segunda-feira, 23 de abril de 2012 - 20:06
Envie por email  Imprima  RSS Feed RSS

 

23 de abril de 2012 - A redução da taxa básica de juros da economia (Selic) não afetou a demanda por títulos públicos, disse hoje o coordenador-geral de Operações da Dívida Pública, Fernando Garrido. Ele negou que os cortes recentes tenham provocado a migração dos investidores dos papéis do governo – que financiam o déficit público federal - para a caderneta de poupança.

“O Tesouro Nacional não tem preocupação alguma sobre esse assunto porque a demanda por títulos não está afetada”, declarou Garrido, ao comentar o resultado de março da Dívida Pública Federal (DPF). Ele, no entanto, não informou a partir de qual nível a taxa Selic passaria a provocar receios na equipe econômica quanto ao surgimento de dificuldade para rolagem do endividamento da União.

Na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu os juros básicos para 9% ao ano. A taxa é a segunda menor da história, superior apenas aos 8,75% ao ano que vigoraram entre julho de 2009 e abril de 2010. Segundo economistas, a redução da Selic pode provocar a fuga de aplicadores de fundos de investimentos – que são grandes compradores de títulos públicos – para a poupança.

Atualmente, a poupança rende o equivalente à Taxa Referencial (TR) mais 0,5% ao mês. Ao ser anualizado, esse índice se aproxima dos juros básicos da economia. Uma caderneta com vencimento no dia 1º de cada mês rendeu 7,5% em 2011, nível próximo dos atuais 9% ao ano da Selic.

Uma eventual migração dos fundos de investimento para a poupança poderá fazer o governo vender menos títulos públicos e dificultar a rolagem da dívida da União. Por meio dos títulos, o Tesouro Nacional pega dinheiro emprestado dos investidores para honrar compromissos de curto prazo. Em troca, o governo se compromete a devolver os recursos com alguma correção, que pode ser definida com antecedência (no caso dos títulos prefixados) ou seguir a variação da Selic, do câmbio ou de índices de preços.

Durante viagem a Washington para a reunião de primavera do Fundo Monetário Internacional (FMI), na semana passada, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, negou que o governo estude mudança no cálculo do rendimento da poupança para reduzir sua atratividade e, dessa forma, impedir a migração de investidores para a caderneta.

(Redação com AB - www.ultimoinstante.com.br)

 

 

 


Este relatório ou artigo não representa necessariamente a opinião do site, tem como único propósito fornecer informações e no constitui ou deve ser interpretado como uma oferta ou solicitação de compra ou venda de qualquer instrumento financeiro. O Bússola do Investidor nem o autor do artigo no declaram ou garantem, de forma expressa ou implícita, a integridade, confiabilidade ou exatidão de tais informações. Este artigo se baseia em informações públicas sobre cujas veracidade e qualidade não temos responsabilidade.
 
Fornecido por


Mais Lidas
Enquete
 
  
Mercados  |  Empresas  |  Corretoras  |  Calculadora de IR  |  Fórum  |  Central de Ajuda  |  Contato
Siga-nos:     


Copyright © 2007-2014 Bússola do Investidor.
Ao utilizar o site, você concorda com os Termos de Uso.
Cotações Bovespa com 15 minutos de atraso. Clique aqui para ver cotações em tempo real em todo o site.
Todas as opiniões aqui exibidas são de responsabilidade de seus próprios autores e poderão ser retiradas a qualquer momento sem aviso prévio.
Apesar de todo o cuidado na coleta dos dados apresentados, não nos responsabilizamos pela exatidão das informações contidas neste site.
 
IP-0A9AC736 10.154.199.54- 28/07/2014 21:31:42