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Fechamento: Grécia continua dividindo os mercados


Por Último Instante em quinta-feira, 10 de maio de 2012 - 19:46
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10 de maio de 2012 - As questões políticas na Grécia deram fôlego às bolsas de valores da zona do euro nesta quinta-feira, diante da decisão de políticos gregos que continuam tentando criar um governo de coalizão para assumir o país endividado.

Nos Estados Unidos, os índices de Wall Street também encerraram com uma pequena recuperação, depois de perdas recentes. O setor bancário definiu um ritmo, depois de comentários feitos pelo presidente do Federal Reserve (FED - banco central americano), Ben Bernanke.

O executivo considerou que o setor bancário é a cura e tornou-se mais resistente, mas que ainda não merece um atestado de saúde. As condições no sistema bancário - e do setor financeiro de forma mais ampla - têm melhorado significativamente nos últimos anos, disse Bernanke em um discurso para uma conferência do setor patrocinado pelo FED de Chicago.

Enquanto isso, no campo das matérias primas, o preço do barril de petróleo Brent para entrega em junho fechou nesta quinta-feira em baixa de 0,41% no mercado de futuros de Londres, cotado a US$ 112,73, diante dos dados negativos da economia dos Estados Unidos.

O petróleo do Mar do Norte, de referência na Europa, terminou o pregão na Intercontinental Exchange Futures valendo US$ 0,47 a menos que no pregão anterior. A cotação desta quinta-feira oscilou entre US$ 112,12 e US$ 113,64.

Apesar do otimismo ante a possibilidade de um acordo para formar governo na Grécia, o Brent voltou a cair após a recuperação desta quarta-feira, que cortou uma sequência de cinco pregões de perdas.

Notícias dos Estados Unidos despertaram desconfianças. Nesta quinta-feira, revelou-se que o déficit americano no comércio exterior de bens e serviços cresceu 14,1% - superando a expectativa dos analistas - e marcou US$ 51,825 bilhões. 

O Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) para entrega em junho fechou em alta de 0,27%, cotado a US$ 97,08 por barril, interrompendo assim a sequência de baixa dos últimos seis pregões devido em boa medida à queda dos pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos na semana passada.

Ao término do pregão na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), os contratos de futuros do WTI subiram US$ 0,27 em relação ao preço de fechamento de quarta-feira.

O Texas não registrava uma alta desde 1º de maio e, durante sua prolongada sequência de baixa, tinha acumulado uma contundente queda de 8,8% que o fez cair da barreira dos US$ 100 por barril, sobre o qual tinha se mantido desde o início de fevereiro.

Os contratos de gasolina com vencimento em junho caíram US$ 0,01 e fecharam valendo US$ 3,01 por galão (3,78 litros), enquanto os de gasóleo para calefação tiveram a mesma baixa e ficaram nos US$ 2,98 por galão.

Já os contratos de gás natural com vencimento em junho subiram US$ 0,02 e terminaram negociados a US$ 2,48 por cada mil pés.

Na Ásia, as principais bolsas encerraram o pregão desta quinta-feira divididas.

O crescimento de exportações mais lento da China impactou na preocupação dos investidores  asiáticos, que têm na economia chinesa a força para os demais países.

Também influenciaram nas operações de hoje as especulações de saída da Grécia da zona do euro, além de que os planos de austeridade necessários para conter a crise da dívida europeia sejam prejudicados.

Ao final desta jornada, em Taiwan, o referencial TSEC Weighted Index avançou 0,11% aos 7.484 pontos; no Japão, o referencial Nikkei 225 da bolsa de Tóquio desvalorizou 0,39% aos 9.009 pontos; na Índia, o índice BSE Sensex, da bolsa de Bombai, teve queda de 0,36% aos 16.420 pontos; Hong Kong, o principal indicador, o Hang Seng, caiu 0,51% aos 20.227 pontos e na China, o índice SSE Composite, da bolsa de Xangai, acelerou 0,07% aos 2.410 pontos.

Na agenda local, as exportações da China cresceram em abril a US$ 163,25 bilhões, uma alta de 4,9% com relação ao mesmo mês do ano passado, enquanto as importações totalizaram US$ 144,83 bilhões, só 0,3% mais, informou nesta quinta-feira a Administração Geral de Alfândega.

Com isso, o comércio exterior do gigante asiático, o maior exportador do mundo, ascendeu a US$ 308,08 bilhões, avanço de apenas 2,7% com relação ao mesmo mês de 2011.

O número demonstra que segue o arrefecimento do ritmo de crescimento do indicador, já que em março a alta anualizada fora de 7,1%.

No acumulado dos quatro primeiros meses do ano, o comércio exterior da segunda maior economia do globo totalizou US$ 1,17 trilhão, um aumento de 6% na comparação com o mesmo período de 2011.

No período, as exportações ascenderam 6,9%, enquanto as importações avançaram 5,1%.

A China se propôs neste ano a fomentar mais o consumo interno e as exportações aos países emergentes, em uma tentativa de atenuar a queda nas vendas a seus principais parceiros, a União Europeia e os Estados Unidos, em consequência dos problemas financeiros que essas economias enfrentam.

O Japão registrou superávit na conta corrente em março, alcançando 1,589 trilhão de ienes, segundo dados do Ministério das Finanças do país.

O valor é 8,6% superior ao resultado de um ano antes e maior do que a previsão dos analistas, de 1,421 trilhão de ienes.

O déficit da balança comercial no mês marcou 798,1 bilhões de ienes, ante déficit de 797,8 bilhões no mesmo período de 2011.

No ano fiscal encerrado em 31 de março, o país registrou superávit de 7,893 trilhões de ienes na conta corrente, 52,6% maior no comparativo anual.

Já o déficit comercial foi de 3,45 trilhões de ienes.

Na Europa, os principais mercados acionários reagiram nos pregões desta quinta-feira e  encerram no azul, considerando que o maior ganho ficou para a Bolsa de Madri. Os demais fecharam em ligeiras altas refletindo a cautela dos investidores para as negociações, depois de a Espanha ter mudado sua estratégia para escorar banco Bankia. 

Enquanto isso, políticos gregos continuaram tentando criar um governo de coalizão para assumir o país endividado.

Ao final desta jornada, em Frankfurt, o índice DAX 30 subiu 0,66% aos 6,518 pontos; em Paris, o índice CAC-40 subiu 0,37% aos 3,130 pontos; em Milão, o índice FTSE-MIB teve alta de 1,69% aos 14,004 pontos; e em Madri, o índice Ibex 35 subiu 3,42% aos 7,045 pontos; em Londres, o índice FTSE-100 teve alta de 0,25% aos 5,543 pontos

Na agenda local, a produção industrial francesa registou desaceleração em março, informou o Instituto Nacional de Estatística (INSEE).

A produção industrial caiu 0,9% no terceiro mês do ano.

Em fevereiro, a produção industrial avançou 0,9% (dado revisado).

O resultado veio íor do que o estimado pelos analistas, de queda de 0,4%.

O índice de produção industrial na Itália registrou avanço de 0,5% em março, em relação ao mês anterior, após a desaceleração de 0,7% em fevereiro. Os dados são do Instituto Nacional de Estatística (Istat).

O índice ficou acima da expectativa de mercado, que aguardava estabilidade (previsão Forex Factory).

No comparativo anual, a produção industrial caiu 5,8% em março.

Na variação trimestral comparado ao mesmo período de 2011, o recuo foi de 5,8%.

A produção industrial do Reino Unido caiu 0,3% em março em relação ao mês anterior, que marcou avanço de 0,4%, segundo informações divulgadas hoje pelo escritório de estatísticas da região, o National Statistics.

A estimativa do mercado para o mês era recuo de 0,2% (previsão Forex Factory).

Na comparação com março de 2011, a produção industrial caiu 2,6%.

Já a produção manufatureira caiu 0,9% ante março de 2011 e cresceu 0,9% comparado a fevereiro.

O Banco Central da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) decidiu manter a taxa de juros em 0,5%, informou a instituição nesta quinta-feira. 

O Comitê de Política Monetária optou por continuar seu programa de compra de ativos em um total de £ 325 bilhões. 

Em março de 2009, o BoE optou por reduzir a taxa básica de juros da Inglaterra em 0,5 p.p, para 0,5%. O programa de compra de ativos foi iniciada em março de 2009.

Nos Estados Unidos, os principais índices acionários de Wall Street encerraram a jornada desta quinta-feira em alta refletindo os ganhos na Europa, onde há expectativa de que a Grécia poderia forjar um governo e evitar uma eleição complicada. Além disso, líderes políticos gregos aliviaram as preocupações sobre a saída do país da zona do euro.

Ao final dos negócios, o índice Dow Jones fechou com alta de 0,16%, aos 12,855 pontos; o S&P 500 teve alta de 0,25% para 1,357 pontos; e a bolsa eletrônica Nasdaq teve queda de 0,04%, aos 2,933 pontos.

Na agenda local, o índice de preços dos importados nos Estados Unidos caiu 0,5% em abril se comparado com março, quando houve alta de 1,5% (dado revisado), informou hoje o Departamento do Trabalho norte-americano.

Segundo o governo, os preços dos importados não combustíveis subiu 0,1% em abril, enquanto a cotação dos combustíveis importados caiu 2,1%.

O indicador de preço dos bens exportados subiu 0,4% em abril ante março.

O número de pedidos de auxílio-desemprego (initial claims) nos Estados Unidos caiu em 1 mil na semana encerrada em 5 de maio, atingindo 367 mil.

O número veio melhor do que o esperado pelo mercado, que aguardava avanço de 3 mil solicitações (previsão Forex Factory).

As informações foram divulgadas há pouco pelo Departamento do Trabalho dos Estados Unidos.

O déficit dos Estados Unidos em seu comércio exterior de bens e serviços avançou em março e chegou aos US$ 51,8 bilhões.

Em fevereiro, o déficit havia sido de US$ 45,4 bilhões (dado revisado). O resultado veio pior do que a estimativa de mercado, que era de déficit de US$ 49,8 bilhões (previsão Forex Factory).

O índice de preços dos importados nos Estados Unidos caiu 0,5% em abril se comparado com março, quando houve alta de 1,5% (dado revisado), informou hoje o Departamento do Trabalho norte-americano.

Segundo o governo, os preços dos importados não combustíveis subiu 0,1% em abril, enquanto a cotação dos combustíveis importados caiu 2,1%.

O indicador de preço dos bens exportados subiu 0,4% em abril ante março.

Na Argentina, o índice Merval da Bolsa de Comércio de Buenos Aires fechou nesta quinta-feira em baixa de 1,19%, aos 2.307,04 pontos.

Já o Índice Geral da Bolsa caiu 0,26% e ficou nos 137.950,76 pontos, enquanto o Merval 25 recuou 1,19%, encerrando aos 2.357,13.

O volume financeiro foi de 46,2 milhões de pesos (US$ 10,36 milhões).

As maiores baixas do dia foram das ações da Central Puerto (-10,00%), Banco Macro (-4,59%) e Edenor (-3,66%). Já as altas foram lideradas pelos papéis da Molinos (+2,86%) e da YPF (+2,11%).

No mercado de câmbio, o dólar fechou estável, cotado a 4,46 pesos.

No Brasil, a Bolsa de Valores de São Paulo retomou a trajetória negativa ao encerrar o pregão desta quinta-feira em queda de 0,14% aos 59,702 pontos. Ao final dos negócios, o giro financeiro foi de R$5,92 bilhões

O dólar comercial reverte a alta da abertura encerra em queda. No interbancário, a divisa fechou cotada a R$ 1,951 para a compra e R$ 1,952 para a venda, queda de 0,53%.

No mercado futuro, o contrato para junho negociado na BM&F apresentava queda de 1,33% a R$ 1,954. 

Os Contratos de Depósito Interfinanceiros (DIs) fecharam em queda nesta quinta-feira na BM&F.

Perto do fechamento, os para junho de 2012 ficaram estáveis a 8,73%; os vencimentos para janeiro de 2013 recuaram 0,03 p.p a 8%; os vencimentos para janeiro de 2014 caíam 0,09 p.p a 8,47%;os vencimentos para janeiro de 2017 perdiam 0,19 p.p a 9,70%; já os vencimentos para janeiro de 2021 perdiam 0,21 p.p a 10,19.

Por aqui,  o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) subiu para 0,89% na primeira leitura de maio, ante 0,50% em abril, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV). 

O IGP-M do decêndio compreendeu o intervalo entre os dias 21 e 30 de abril.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) registrou elevação, sendo esta para 1,15% no período. No mês anterior, a taxa foi de 0,47%.

Na mesma linha, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou, na primeira leitura de maio, taxa de variação de 0,29%. No mês anterior, a taxa foi de 0,47%. 

Seis das oito classes de despesa componentes do índice registraram recuo em suas taxas de variação, com destaque para Vestuário (0,78% para -0,40%).

Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) apresentou no primeiro decêndio de maio taxa de 0,61%, abaixo do resultado de abril, quando a taxa foi de 0,76%.

(Ivonéte Dainese com agências internacionais - www.ultimoinstante.com.br)


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