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ARTIGOS

Eleições na Grécia: momento de definição para o Euro


Por Último Instante em sexta-feira, 15 de junho de 2012 - 18:43
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15 de junho de 2012 – Os principais índices acionários mundiais encerraram os pregões desta sexta-feira em alta, na expectativa das eleições na Grécia e no 2º turno na França. 

Com isso, segundo agências internacionais de notícias, a campanha para as eleições legislativas de domingo termina à meia-noite deste sábado, num país que leva uma recessão a quase cinco anos e no olho de um furacão sobre sua ‘ possível’ saída da zona do euro.

Ainda de acordo com as agências, pesquisas mostram que, os gregos que desejam que seu país retorne ao dracma são minoria - pouco mais de 10% da população -, mas o debate sobre o futuro da moeda única europeia ganhou no cenário político.

As últimas pesquisas mostram os dois principais adversários, o conservador Nova Democracia (ND) e o esquerdista Syriza praticamente empatados nas intenções de voto, embora com uma tendência descendente para o partido progressista, que há poucos dias dominava as enquetes secretas encomendadas pelos partidos políticos (na Grécia as pesquisas não podem ser divulgadas nas duas semanas prévias ao pleito).

Fontes do Syriza disseram à Agência Efe que, das sete pesquisas recebidas hoje pela legenda, cinco apontam um empate técnico entre os dois primeiros partidos, e outras duas indicam que o ND está um ponto e meio acima nas intenções de voto. Outro dado que essas enquetes mostram é que o número de indecisos aumentou de sete para 11% dos eleitores. Já as enquetes da legenda conservadora dão ao ND em torno de dois pontos de vantagem.

No entanto, nem os conservadores - partidários da renegociação das medidas de austeridade impostas por Bruxelas em troca dos dois resgates - nem os esquerdistas - que pedem sua abolição, embora nos últimos dias tenham moderado sua postura - teriam maioria suficiente para governar sozinhos. Por isso, deverão firmar um pacto com algum dos outros cinco partidos que devem conseguir assentos no Parlamento.

Nos dizem: 'Não ponham seu dinheiro na Grécia, porque ela vai sair do euro'. Mas a Grécia não vai sair do euro, porque a partir de segunda-feira terminarão a austeridade e as medidas que levam a Grécia para fora do euro, a quebra e a pobreza, afirmou o líder do Syriza, o jovem Alexis Tsipras, em um de seus últimos atos públicos antes do fechamento da campanha.

Para Tsipras, são as atuais medidas de austeridade que aprofundaram a recessão e causaram uma espiral de endividamento que podem levar o país a abandonar a moeda única.

Os conservadores concordam em parte com este argumento e, seu candidato presidencial, Antonis Samaras, prometeu que se ganhar o pleito renegociará os termos do memorando de austeridade, mas descarta o que considera uma proposta unilateral do Syriza.

Samaras também acusou o partido esquerdista de estar jogando com a Grécia, já que, segundo ele, a rejeição ao memorando será aproveitada pela minoria de países da UE que está esperando a oportunidade para jogar a Grécia fora do euro.

O ND acredita que o Syriza tem uma agenda oculta para sair do euro, algo que a formação esquerdista nega, embora reconheça que, para o partido, o euro não é um fetiche.

Se para preservar a zona do euro nossos trabalhadores terão que ficar sempre com a faca ao pescoço, então o euro não é como um sonho de consumo para nós, explicou hoje à EFE um dos líderes econômicos do Syriza, Zeodoros Dritsas.

Em todo caso, ele afirmou que a estratégia principal de seu partido passa por se manter na moeda comum, já que, em sua opinião, não há relação entre as medidas de austeridade e a permanência da Grécia na eurozona. Por outro lado, o assessor econômico de Samaras e professor da Universidade de Oxford, Dimitrios Tsomocos, considera que a estratégia do Syriza levará ao temido Grexit (saída grega do euro).

Isso porque se o futuro governo grego romper o acordo com Bruxelas, os parceiros europeus se negarão a continuar financiando a Grécia, que, incapaz de se financiar nos mercados internacionais, deverá decretar uma moratória de salários e aposentadorias, abrindo o caminho para deixar de adotar a moeda europeia. 

Nesta sexta-feira,  as matérias primas também reagiram positivamente,  no aguardo das eleições. O preço do barril do Brent para entrega em julho fechou  em alta de 0,59% na Bolsa Intercontinental de Futuros de Londres (ICE Futures), cotado a US$ 97,61.

O preço máximo negociado hoje foi de US$ 98,10 por barril, e o mínimo, de US$ 96,97, em mais um dia marcado pela crise europeia e as especulações sobre o resultado das eleições presidenciais da Grécia. 

O preço do Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) para entrega em julho subiu nesta sexta-feira 0,14% e fechou cotado  a US$ 84,03 por barril (159 litros) na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), influenciado pelas esperanças de mais estímulo monetário por parte do Federal Reserve.

Já os contratos de gasolina com vencimento em julho subiram US$ 0,03, para US$ 2,70 por galão (3,78 litros). Os de gasóleo para calefação para entrega no mesmo mês encareceram dois centavos e fecharam em US$ 2,64 por galão.

Os contratos de gás natural com vencimento também em julho caíram US$ 0,3 e terminaram o dia com preço de US$ 2,46 por cada mil pés cúbicos. 

Na Ásia, as principais bolsas da Ásia encerraram o pregão desta sexta-feira em alta.

O mercado segurou os ganhos de hoje nos sinais de que os bancos centrais têm planos para tentar resgatar a economia global, com fornecimento de liquidez caso as eleições na Grécia, neste domingo, leve o caos aos mercados.

O Reino Unido introduziu uma série de medidas destinadas a proteger o sistema financeiro do país da crise europeia, com planos para levar crédito barato aos bancos, na tentativa de impulsionar a concessão de empréstimos a empresas e famílias britânicas.

Em relação às eleições na Grécia, há muita expectativa por parte do mercado, fator considerado evento-chave no destino da crise europeia, já que após o resultado cresce a especulação sobre a permanência ou não do país na zona do euro.

Ainda nesta sexta-feira, o banco central japonês optou por manter as taxas de juros do país, abstendo-se de introduzir medidas de flexibilização adicional.

Ao final desta jornada, em Taiwan, o referencial TSEC Weighted Index acelerou 1,14% aos 7.155 pontos; no Japão, o referencial Nikkei 225 da bolsa de Tóquio, valorizou apenas 0,01% aos 8.569 pontos; na Índia, o índice BSE Sensex, da bolsa de Bombai, teve alta de 1,63% aos 16.949 pontos; Hong Kong, o principal indicador, o Hang Seng, avançou 2,26% aos 19.233 pontos e na China, o índice SSE Composite, da bolsa de Xangai, acelerou 0,47% aos 2.306 pontos.

Na agenda local, o Banco do Japão (BOJ) decidiu nesta sexta-feira manter as taxas de juros entre 0% e 0,1% e admitiu o nervosismo dos mercados financeiros globais por causa da dívida europeia, embora não tenha anunciado novas medidas de flexibilização monetária.

Em comunicado emitido ao término de sua reunião de dois dias, a junta de política monetária do banco central japonês assinalou que, por enquanto, é preciso prestar particular atenção aos eventos nos mercados financeiros globais.

Na Europa, os principais índices acionários fecharam a semana com valorização, refletindo o relatório que os bancos centrais elaboraram para acalmar os mercados financeiros: tomar medidas para manter a liquidez nos mercados de crédito globais. 

Neste fim de semana, além da eleição na Grécia, também dever acontecer o pleito na França, dois fatores que podem pressionar os mercados. Além disso, planos de emergência para conter a crise serão temas de discussões na reunião de cúpula do G20, que acontece no México na próxima segunda-feira. 

Ao final desta jornada, em Frankfurt, o índice DAX 30 subiu 1,48% aos 6.229 pontos; em Paris, o índice CAC-40 subiu 1,82% aos 3.087 pontos; em Milão, o índice FTSE-MIB subiu 2,34% aos 13.390 pontos;em Madri, o índice Ibex 35 valorizou 0,34% aos 6.719 pontos; e em Londres, o índice FTSE-100 subiu 0,22% aos 5.478 pontos.

No Velho Continente, o número de pessoas empregadas no primeiro trimestre na zona do euro recuou 0,2% e, na União Europeia, manteve-se estável, comparado ao trimestre diretamente anterior, de acordo com o escritório estatístico europeu, o Eurostat.

No quarto trimestre do ano passado, o índice caiu 0,3% na zona do euro e 0,1% na União Europeia. No comparativo anual, o número de empregados registrou baixa de 0,5% e 0,1%, respectivamente.

A balança comercial na zona do euro registrou superávit de € 6,2 bilhões em abril, acima do déficit de € 4,5 bilhões registrados no mesmo período de 2011. Em março, a balança registrou superávit de € 7,5 bilhões.  As exportações caíram 1,3% e as importações recuaram 3%, na comparação mensal.

Na União Europeia, a balança comercial registrou déficit de € 12 bilhões em abril, ante défict € 17,2 bilhões reportados em abril de 2011. Em março, houve déficit de € 7,3 bilhões.

A balança comercial da Itália em abril registrou déficit de € 202 milhões, inferior aos € 2,82 bilhões de um ano antes e inferior aos € 2,067 bilhões de março. No período, as importações caíram 9,3% e as exportações recuaram 1,7%.

Com dados ajustados sazonalmente, a Itália obteve déficit de € 36 milhões em abril, após superávit de € 174 milhões em março.

A balança comercial no Reino Unido registrou déficit de 4,4 bilhões de libras esterlinas em abril, superior ao déficit de 3 bilhões de março (dado revisado), segundo informações divulgadas hoje pelo Escritório Nacional de Estatísticas (ONS, na sigla em inglês).

As exportações caíram 7,1%, enquanto as importações recuaram 3% em relação a março.

A dívida pública espanhola cresceu 5,39% no primeiro trimestre do ano com relação ao fechamento de 2011 e alcançou € 774,549 bilhões, o que equivale a 72,1% do PIB, o nível mais alto da série histórica.

De acordo com os dados publicados nesta sexta-feira pelo Banco da Espanha, o principal aumento se produziu na dívida da administração central, que cresceu 5,92%, a € 592,572 bilhões, o que representa 55,2% do PIB.

O endividamento das regiões espanholas avançou 3,59%, a 13,5% do PIB, também o nível mais alto da série histórica. Já a dívida pública das Prefeituras subiu 4,06%, a € 36,86 bilhões, ou seja, 3,4% do PIB.

Nesta manhã, o Banco Central Europeu (BCE) assegurou nesta sexta-feira que vai ajudar os bancos com mais liquidez e descartou que exista risco de inflação em algum país da zona do euro, o que facilita uma nova redução das taxas de juros.

O presidente do BCE, Mario Draghi, disse em uma conferência que o Eurossistema vai continuar proporcionando liquidez aos bancos solventes caso seja necessário.

Nos mercados europeus circularam hoje rumores de uma ação coordenada dos principais bancos centrais para injetar liquidez no mercado, segundo o resultado das eleições de domingo na Grécia.

Nos Estados Unidos, as crescentes especulações de que os principais bancos centrais do globo devem se unir em uma ação conjunta de estímulo à economia após as eleições na Grécia sustentou os ganhos em Wall Street, levando o índice S&P 500 a atingir o melhor desempenho desde abril. 

Ao final dos negócios, o índice Dow Jones subiu 0,91%, aos 12.767 pontos; o S&P 500 avançou 1,03% para 1.342 pontos; e a bolsa eletrônica Nasdaq teve alta de 1,29%, aos 2.872 pontos.

As autoridades monetárias intensificaram os alertas com um agravamento da crise da dívida na zona do euro, e uma vitória do partido Syriza poderia acelerar a saída da Grécia do bloco econômico. 

Na agenda local, a confiança do consumidor caiu entre maio e junho. A leitura do índice, medido pela Universidade de Michigan, recuou para 74,1 este mês, inferior à leitura de 79,3 pontos do mês anterior.

O resultado é pior do que o esperado pelo mercado, de 77,5 pontos (previsão Forex Factory).

A produção industrial caiu 0,1% em maio ante abril. O indicador medido pelo Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) marcou alta de 1% no mês passado (dado revisado).

O número ficou abaixo do esperado pelo mercado, de alta de 0,1% (previsão Forex Factory).

A taxa de utilização da capacidade instalada caiu para 79% no período, uma taxa de 0,2 pontos percentuais abaixo da taxa do período anterior.

O Departamento do Tesouro divulgou hoje o fluxo de capitais do país norte-americano para abril.

As participações de longo prazo de valores mobiliários dos EUA em abril, dos residentes estrangeiros, aumentaram em compras líquidas de US$ 26,1 bilhões.

As compras líquidas por investidores privados estrangeiros foram de US$ 15,4 bilhões, e as compras líquidas por estrangeiros de instituições oficiais foram de US$ 10,7 bilhões.

O índice de atividade manufatureira na região de Nova York aumentou em junho, segundo apontou o Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) da região.

O índice de condições gerais de negócios, recuou 15 pontos, mas manteve-se positivo em 2,3.

Na Argentina, o índice Merval da Bolsa de Comércio de Buenos Aires fechou em alta de 3,75%, para 2.273,02 pontos.

Já o Índice Geral da Bolsa subiu 2,32%, para 140.224,51 pontos, enquanto o Merval 25 avançou 3,55%, fechando aos 2.314,32. O volume financeiro foi de 104,8 milhões de pesos (US$ 23,2 milhões).

Os títulos com altas mais significativas foram de Petrobras Energia (10,79%), YPF (9,08%), BBVA-Banco Francés (6,94%) e Banco Macro (5,74%).

No mercado de câmbio, o dólar fechou estável, cotado a 4,47 pesos para compra e 4,51 pesos para venda.

No Brasil, após uma sessão de volatilidade e contrariando as expectativas de mercado, que traçavam um pregão de perdas para o índice, a Bolsa de Valores de São Paulo ganhou força e encerrou as negociações desta sexta-feira em alta de 1,36% aos 56.104 pontos e valorização de 3,07% na 2ª semana de junho. O giro financeiro foi de R$ 9,67 bilhões. 

O dólar comercial encerra a semana com 1% de valorização. No pregão desta sexta-feira, a divisa americana ficou em baixa. No interbancário, a cotação final foi de R$ 2,043 na compra e R$ 2,044 na venda, queda de 0,66%.

No mercado  futuro, o contrato para julho negociado na BM&F apresentava recuo de 0,79% a R$ 2,047.

Os Contratos de Depósito Interfinanceiros (DIs) encerraram em alta na BM&F nesta sexta-feira. 

Perto do fechamento, os contratos para julho de 2012 operavam estáveis a 8,35%; os vencimentos para janeiro de 2013 subiam 0,02 p.p a 7,72%; os contratos para janeiro de 2014 subiam 0,09 p.p a 8,07%; os vencimentos para janeiro de 2017 ganhavam 0,10 p.p a 9,75%; os contratos para 2021 tinham alta de 0,07 p.p a 10,32%.

Por aqui, a atividade econômica avançou 0,22% em abril em relação ao mês anterior, na série dessazonalizada. É o que mostra o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br). O índice ficou em 140,53 pontos ante 140,22 em março. 

Sem o ajuste sazonal, o índice ficou em 143,86 pontos em abril, ante 148,45 registrados em março.

Na comparação com abril de 2011, ainda na série dessazonalizada, o indicador obteve avanço de 0,06%. Sem o ajuste, marcou recuo de 0,02%. Nos últimos 12 meses, por sua vez, a economia cresceu 1,55%, no período dessazonalizado e 1,65% sem o ajuste.

O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica e é um dos subsídios para a decisão do Banco Central (BC) sobre a taxa básica de juros, a Selic.

O índice incorpora e sintetiza informações sobre o nível da atividade dos setores da economia, como indústria, agropecuária e serviços.

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) recuou para 0,73% em junho, contra variação de 1,01% apurada em maio, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV). O índice é calculado com base nos preços coletados entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.

No acumulado do ano, o índice variou 2,86%, enquanto que, em 12 meses, marcou 4,90%.

Dentre os indicadores que compõem o IGP-10, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) registrou variação de 0,73% este mês, contra alta de 1,21% em maio.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,33%, em junho, ante avanço de 0,51% em maio.

Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em junho, taxa de variação de 1,67%, acima do resultado do mês anterior, de 0,86%.

Mais informações sobre a eleição na Grécia, ver matérias especiais. 

(Ivonéte Dainese, Rosangela Sousa com agência EFE – www.ultimoinstante.com.br)


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