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Bom dia, investidor.
O sol está começando a aparecer por aqui, mas na Ásia ele até já se pôs. Quer saber como foi o fechamento da semana (e do mês) do outro lado do mundo? Acompanhe nossa análise matinal.
A sexta-feira na Ásia.
Julho acabou mal no continente asiático. As realizações de lucros determinaram a queda de quase todos os principais mercados da região.
Em Tóquio, o índice Nikkei 225 cedeu 1,6%, aos 9.537 pontos depois que o dólar recuou para uma mínima de oito meses diante do iene, anulando o efeito positivo provocado pelos bons resultados da Sony, da Panasonic e de outras companhias famosas.. O índice acumulou alta de 1,1% na semana e fechou o mês com um ganho de 1,6%. No ano, porém, o Nikkei exibe queda de 9,6%.
Em Hong Kong, porém, a produtora de alumina e alumínio Chalco contrariou a tendência do mercado graças à notícia de que está diversificando seus negócios por meio da compra de uma participação numa joint venture em minério de ferro. O índice Hang Seng cedeu apenas 0,3% e fechou aos 21.029,81 pontos.
Na China, as bolsas fecharam em queda por causa das preocupações com a liquidez do mercado, provocadas pela iminente listagem das ações do Everbright Bank e dos planos de levantamento de fundos por parte de outros bancos do país. O índice Xangai Composto, que mede o desempenho das ações A e B, teve queda de 0,4% e fechou aos 2.637,50 pontos. O índice Shenzhen Composto recuou 0,1% e terminou aos 1.075,44 pontos.
Na Coreia do Sul, o índice Kopsi, da Bolsa de Seul perdeu 0,7% (1.759,33 pontos), com os investidores domésticos vendendo ações de siderúrgicas diante das preocupações de que as companhias do setor tenham que cortar os preços de seus produtos. Também influenciou a realização de lucros nas ações da líder de mercado Samsung Electronics.
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