Controlada da Copel realizará maior leilão de crédito de carbono já realizado no País

Controlada da Copel realizará maior leilão de crédito de carbono já realizado no País


 

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O PAULO - A Elejor, companhia controlada pela Copel (CPLE6), realizará no próximo dia 30 de março um leilão de crédito de carbono. 

No leilão - o “maior” já realizado no Brasil no mercado voluntário, segundo a companhia - serão ofertadas 385 mil unidades de redução de emissões, cada qual equivalente a uma tonelada de dióxido de carbono. 

Os créditos referem-se à eletricidade gerada em suas usinas entre 2006 e 2008 e serão colocas à venda na Internet. Cada unidade terá como lance inicial R$ 3,00 e, caso todas elas sejam vendidos, a estimativa da companhia é levantar, no mínimo, R$ 1,1 milhão. 

Certificação da ONU
A companhia foi reconhecida em 25 de maio de 2008 pela ONU com o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo por evitar o acionamento de usinas térmicas para geração de energia elétrica, sendo o primeiro empreendimento hidrelétrico no País a receber tal certificação.

“O compromisso assumido com a sustentabilidade pode ser rentável para o complexo Elejor”, afirma a Copel em nota.

HSBC lista 9 ações em portfólio recomendado para o primeiro mês do ano

SÃO PAULO - O HSBC apresentou sua carteira recomendada para janeiro, com 9 papéis que, na visão de seus analistas, terão um desempenho diferenciado ao longo do primeiro mês deste ano. Para o período, foram retirados os ativos da CCR (CCRO3), da BM&F Bovespa (BVMF3), da Cesp (CESP6) e os ordinários da Vale (VALE3). 

A instituição destacou que perspectivas quanto à recuperação econômica em 2010 ainda são positivas, sobretudo em relação aos países emergentes. "A expectativa dos economistas do HSBC no mundo é que o PIB (Produto Interno Bruto) global apresente crescimento de 2,9% em 2010 e 3,2% em 2011", avaliou.

De acordo com a equipe de análise da instituição, este movimento se apoiará no desempenho dos países emergentes. "É importante ressaltar que continuamos a ver o crescimento econômico mundial impulsionado pelos mercados emergentes, que estimamos crescimento de 6,2% em 2010 e 6,1% em 2011", afirmou o banco. 

Confira o portfólio para janeiro:

Empresa Código Peso
Itaú Unibanco ITUB4 10%
ALL ALLL11 10%
OGX OGXP3 10%
Tractebel TBLE3 10%
Lojas Americanas LAME4 10%
Ambev AMBV4 10%
Petrobras PETR3 15%
Vale  VALE5 15%
Gerdau GGBR4 10%

Petrobras
Para a estatal, o banco ressalta a redução nas incertezas acerca do novo marco regulatório do pré-sal, com possível capitalização da Petrobras. Contudo, a instituição faz um alerta para o fato de que o tema ainda deverá gerar bastante discussão no Congresso.

Itaú Unibanco
Entre os pontos positivos destacados pela equipe do banco está o "forte resultado no terceiro trimestre de 2009, com destaque para a melhoria na qualidade da carteira de crédito". Ademais, o HSBC ressalta a continuidade da captura de ganhos de escala e sinergias operacionais resultantes da fusão entre ambos os bancos.

Vale
Na visão do banco, a expectativa de crescimento mais forte dos Estados Unidos poderá beneficiar a companhia, "afinal os preços médios de realização são maiores que aqueles praticados no mercado chinês". A instituição aponta ainda que o resultado da mineradora no terceiro trimestre do ano passado trouxe uma série de surpresas positivas.

Gerdau
Para o HSBC, a companhia deverá se beneficiar de expectativas mais favoráveis quanto ao crescimento da demanda por aço nos EUA e da boa perspectiva quanto ao crescimento para o setor de construção civil no Brasil. 

Tractebel
Geradora do setor com maior exposição ao mercado livre de energia e, portanto, será uma das maiores beneficiadas com o crescimento esperado da produção industrial no País, avaliou o banco.

Ambev
Para a Ambev, a equipe do HSBC destaca que a companhia apresentou resultados que superaram as estimativas para o terceiro trimestre do ano passado, mostrando "sólidos volumes, aumento de preços e gerenciamento de custos". Outro ponto positivo apontado pelo banco foi a continuidade de crescimento da representatividade da empresa no mercado doméstico. 

Lojas Americanas
Os números apresentados pela companhia entre julho e setembro de 2009 foram "sólidos", de acordo com o banco, que possui "boas perspectivas quanto ao resultado no último trimestre do ano passado". 

OGX
De acordo com o HSBC, recentes anúncios de sucessos na perfuração de novos poços aumentam as expectativas para o desempenho dos ativos da OGX, além das ações da companhia apresentarem um grande desconto contra seus pares de mercado.

ALL
Melhores expectativas para a produção industrial e safra brasileira desse ano poderão impulsionar os resultados da empresa em 2010, segundo avaliou a equipe de análise do banco. 

Confira os indicadores e eventos corporativos previstos para sexta-feira

SÃO PAULO - Na agenda desta sexta-feira (15), as principais atenções ficam com indicadores da economia norte-americana, com foco especial para a indústria, com NY Empire State Index, Industrial Production e Capacity Utilization, além de importante indicador sobre a confiança do consumidor. No Brasil, agenda morna traz apenas IGP-10.

Cenário externo
O Departamento de Trabalho norte-americano traz os dados do Consumer Price Index (CPI), que considera uma cesta fixa de bens e serviços. O mesmo órgão ainda divulga o Core CPI, o índice de inflação mais acompanhado pelo mercado financeiro, já que exclui itens considerados voláteis, como alimentação e energia.

Será divulgado também o Industrial Production, índice que avalia o produto das fábricas e minas dos EUA. O Capacity Utilization, que mede a capacidade industrial utilizada, também será divulgado.

A Universidade de Michigan publica a preliminar do Michigan Sentiment, que traz a confiança dos consumidores na economia norte-americana atualmente e suas expectativas para o futuro.

Os investidores acompanharão ainda o NY Empire State Index, calculado pelo Fed de Nova York, que tem o intuito de medir a atividade manufatureira no estado.

Indicadores Horário de Brasília Referência Anterior Expectativa
CPI 11h30 Dezembro 0,4% 0,2%
Core CPI 11h30 Dezembro 0% 0,1%
NY Empire State Index 11h30 Janeiro 2,55 pontos 12 pontos
Industrial Production 12h15 Dezembro 0,8% 0,6%
Capacity Utilization 12h15 Dezembro 71,3% 71,8%
Michigan Sentiment - preliminar
 
15h55 Janeiro 72,5 pontos
 
74 pontos
 

A seguinte empresa divulgará resultado:

Empresa Horário
JP Morgan Chase
 
Antes do pregão
 

Cenário interno
A FGV (Fundação Getulio Vargas) divulga o IGP - 10 (Índice Geral de Preços - 10), referente ao período que vai do dia 11 de dezembro até o dia 10 deste mês.

Indicadores brasileiros Horário de Brasília Referência Anterior Expectativa
IGP-10
 
8h00 Janeiro - 0,07% -
 

Intel mostra lucro acima do previsto no quarto trimestre de 2009 e ações sobem

SÃO PAULO - A Intel divulgou nesta quinta-feira (14) seus resultados referentes ao último trimestre do ano passado, reportando um lucro de US$ 2,3 bilhões, ou US$ 0,40 por ação, bem acima dos US$ 0,30 esperados pelo mercado. O resultado também é superior àquele do ano anterior, uma vez que, entre outubro e dezembro de 2008, a companhia registrara lucro de US$ 234 milhões - US$ 0,04 por papel.

A receita da Intel também ficou acima do projetado pelos analistas. No quarto trimestre de 2009, ela atingiu o montante de US$ 10,6 bilhões, enquanto o mercado esperava por algo em torno dos US$ 10,1 bilhões. No mesmo período de 2008, a companhia registrou vendas de US$ 8,2 bilhões.

Ações valorizam
Após terem encerrado o pregão regular da Nasdaq com valorização de 2,34%, as ações da Intel repercutem os resultados acima do esperado e somam alta de 1,80% no after hours da bolsa norte-americana. 

Confab e Randon são preferidas entre small caps para janeiro

SÃO PAULO – A Randon e a Confab aparecem como favoritas dos analistas entre as small caps nas carteiras para janeiro. As carteiras analisadas este mês foram: Fator, Omar Camargo, Senso e SLW.

A Randon deve se beneficiar, segundo a Fator, do crescimento do mercado interno e recuperação de vendas no segmento de vagões. “O ano de 2010 será de recuperação de volume de vendas auxiliado pelos incentivos governamentais”, afirma a corretora. As perspectivas de uma safra agrícola melhor em 2010, se concretizadas, também devem ajudar a aumentar a rentabilidade da companhia.

A SLW também vê o cenário tomando um viés mais positivo para as empresas do setor. Para os analistas, as fornecedoras dos segmentos ferroviários e rodoviários tiveram um ano muito desfavorável em 2009, mas “a contratação para novos vagões ferroviários, implementos agrícolas, reboques de caminhões e contratação de encomendas de novos ônibus começa a crescer”, o que terá impacto positivo na Randon e demais companhias do segmento.

Além disso, a Socopa destaca que a Randon registrou em novembro sua segunda maior receita do ano, confirmando a expectativa para o quarto trimestre de reaquecimento da demanda interna por implementos rodoviários.

Entretanto, a Fator ressalta que o mercado externo (responsável por 10% das vendas) deverá continuar fraco, o que pode ser um risco para a empresa. “Adicionalmente, há expectativa de que a reestruturação da Guerra, seu principal competidor, aumente a concorrência no mercado interno”, completa a Fator.

Confab
A Confab também recebeu duas recomendações nas carteiras de small caps para o mês, pegando carona nas boas perspectivas para a Petrobras – em especial as referentes ao pré-sal. “O setor de bens de capital possui potencial de crescimento em função dos investimentos em infraestrutura, principalmente nos setores de petróleo, energia e transportes”, aponta a Fator, que tem a Confab como top pick no setor.

De acordo com os analistas, a empresa possui enorme potencial de crescimento, mas ainda poderá ter alguns trimestres de resultados fracos. “A carteira de pedidos foi reduzida pela metade nos últimos 12 meses e ainda desconhecemos como será a velocidade de sua recomposição. A área de negócios de tubos tem boas chances de obter grandes encomendas com os projetos do pré-sal, mas que devem apenas se concretizar em três ou quatro anos”.

A área de equipamentos também deve ganhar novos pedidos com os investimentos programados em novas refinarias e petroquímicas – a Petrobras, por exemplo, planeja investir R$ 50 bilhões nos próximos cinco anos.

Contudo, há alguns percalços no setor. A Fator destaca que os preços das ações das empresas do setor anteciparam esse crescimento. “O setor ainda está em recuperação que, em grande parte, tem sido sustentada por benefícios governamentais de redução de impostos e facilidade nos financiamentos. Apesar da recuperação da utilização da capacidade instalada e da redução de estoques, a demanda por bens de capital se consiste mais de reposição de equipamentos que de investimento em expansão de capacidade”, afirmam os analistas.

Além disso, a apreciação do real aumenta a competição com importados, que resulta em menor crescimento e compressão de margens – entretanto, a Confab deve ser menos prejudicada com essa valorização cambial por atuar em um mercado com alto de volume de pedidos.

Outras empresas
Em suas carteiras de small caps para o mês de janeiro, os analistas também recomendaram as seguintes ações: ABNote (ABNB3), Banco ABC (ABCB4), Agre (AGRE3)*, BicBanco (BICB4), Brookfield (BISA3), BRMalls (BRML3), Banrisul (BRSR6), Contax (CTAX4), Drogasil (DROG3), Duratex (DTEX3), Eternit (ETER3), Equatorial (EQTL3), Fertilizantes Heringer (FHER3), Klabin (KLBN4), Kroton (KRTO11), Marfrig (MRFG3), Lupatech (LUPA3), Magnesita (MAGG3), Pão de Açúcar (PCAR5), Marcopolo (POMO4), Localiza (RENT3), Indústrias Romi (ROMI3), São Martinho (SMTO3), SulAmérica (SULA11), Tractebel (TBLE3) e Wilson Sons (WSON11). 

Veja analise diaria com Suportes, Resistencia da PLAS3

Tenho projeções em 3,60, e 4,00/4,20 de fibo, fechar hj forte define stop + defensivo na min do dia/ (3,00/2,99).

Rompimento da resistência de 3,40 agora é ver se vai dar resultado com suporte em 3,00 res em 3,81 e STOP em 2,78

Day trade: análise técnica avalia o mercado e traça trade para o curto prazo

SÃO PAULO – No Day Trade desta quinta-feira (14), Eduardo Collor, da Ativa Corretora, revela suas percepções para o principal índice de ações da bolsa paulista, como também destaca operação com os papéis preferenciais do Itaú Unibanco (ITUB4). Confira:

Ibovespa

O Ibovespa não confirmou o enforcado (link para candlestick) no gráfico diário, anulando, assim, uma sinalização baixista, avalia Collor. Entretanto, mantém-se em um patamar de indecisão próximo ao topo dos 71.000 pontos.

Deste modo, o analista da Ativa Corretora traça como importantes suportes de curto prazo a região entre 70.000 pontos e 69.000 pontos, que garantem a manutenção da tendência de alta do mercado. Novas máximas serão alcançadas somente se o mercado romper o topo anual.

Resistências: 70.626 pontos; 71.068 pontos; 72.770 pontos
Suportes: 70.050 pontos; 69.800 pontos; 69.360 pontos

Bola da vez: Itaú Unibanco

Baseado em um gráfico de 60 minutos, Collor vislumbra uma boa oportunidade com as ações do banco diante a confirmação de um martelo próximo do suporte em R$ 38,00, figura de alta pelos conceitos de análise técnica.

A divergência de alta do Estocástico lento e o cruzamento das médias móveis exponenciais de 3 e 8 períodos favorecem o movimento de alta, avalia o analista, assim como o rompimento da LTB (Linha de Tendência de Baixa).

O ponto de entrada da operação fica acima dos R$ 38,61, com primeiro objetivo em R$ 39,00 e stop no rompimento da LTB.

Resistências: R$ 38,60; R$ 39,00; R$ 39,45
Suportes: R$ 38,00; R$ 37,70

Ibovespa

Mercado segue bem com 69300 respeitado e canal de alta, mas sem velocidade e frágil, muito culpa da petro, que se tivesse forte quem sabe não estávamos já quase no 74000... de qq forma esse segue sendo o objv e se por um lado adia, por outro mantém o espaço... Realizadas maiores só abaixo de 69300/000.

Gradual recomenda investimento em 14 papéis até 20 de janeiro

Empresa Código Preço-alvo Upside* Peso ajustado
Vale VALE5 R$ 52,90 15% 10%
BRMalls BRML3 R$ 27,77 27% 10%
BM&F Bovespa BVMF3 R$ 15,00 11% 5%
Pão de Açucar  PCAR5 R$ 76,40 16% 10%
EzTec EZTC3 R$ 11,56 31% 10%
Banco do Brasil BBAS3 R$ 35,00 17% 10%
Brookfield BISA3 R$ 11,84 32% 5%
Cyrela CYRE3 R$ 32,69 36% 5%
Petrobras PETR4 R$ 48,20 33% 10%
Cremer CREM3 R$ 18,20 11% 5%
TIM TCSL4 R$ 6,00 16% 5%
BR Foods BRFS3 R$ 58,40 26% 5%
Bematech BEMA3 R$ 11,20 22% 5%
NET NETC4 R$ 29,50 28% 5%

*Potencial de valorização com base na cotação de fechamento do pregão de 12 de janeiro de 2010

Ação da MMX dispara 7,25% em meio a projeções do BofA Merrill Lynch para o minério

O Bank of America Merrill Lynch revisou a expectativa para o preço do minério de ferro, de reajuste positivo de 15% para 50% em 2010. Com esta nova perspectiva, o banco elevou a recomendação da MMX (MMXM3) de “underperform” - abaixo da média - para compra, o que ajudou a puxar a disparada dos ativos da empresa, que fecharam com valorização de 7,25%, destaque de alta no Ibovespa.

A visão, mais otimista do que o consenso de mercado, que vê elevação de 20% a 30% nos preços, se deve às perspectivas para demanda, que tende a sobrepujar a oferta, maior preço no mercado à vista e retomada mais rápida do que a esperada no preço do aço.

Oferta e demanda
A demanda, na visão do analista, está já claramente superior à oferta, o que explica o prêmio de 80% praticado nos preços à vista. “Vale, BHP e Rio Tinto estão com suas encomendas de minério completamente garantidas em 2010, uma clara evidência de mercado estreito”, comenta o relatório.